terça-feira, 15 de julho de 2008

SITES INTERESSANTES

http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=909454
http://www.multiplan.com.br/ para o site do G MArcas


Sites para o Manual do Colaborador

http://www.giornale.com.br/principal/ShowPortfolio.asp?var_chavereg=3
http://www.fabricasoft.com.br/index_interno.php?secao=empresa


Empresas de comunicaçao
http://www.giornale.com.br

http://www.estilocom.com.br/d010604.htm
Assessoria de Comunicação - BarraShoppingSul
Estilo Comunicação Álvaro Bueno – alvaro@estilocom.com.br51.3330-9236

REFERÊNCIA DE SITE

Site da TECNISA
Modelos de apresentação de trabalhos

http://www.tecnisa.com.br/atecnisa/academicos/index.aspx?pg=2

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Como escrever uma resenha

http://www.ucb.br/prg/comsocial/cceh/normas_organinfo_resumo_critico.htm


Este é, provavelmente, o tipo de resumo que você mais terá de fazer a pedido de seus professores ao longo do seu curso. O resumo crítico é uma redação técnica que avalia de forma sintética a importância de uma obra científica ou literária.
Quando um resumo crítico é escrito para ser publicado em revistas especializadas, é chamado de Resenha. Ocorre que, por costume, os professores tendem a chamar de resenha o resumo crítico elaborado pelos estudantes como exercício didático. A rigor, você só escreverá uma resenha no dia em que seu resumo crítico for publicado em uma revista. Até lá, o que você faz é um resumo crítico.
Mas não deixam de estar certos os professores que dizem que resenha não é resumo. A resenha (ou resumo crítico) não é apenas uma resumo informativo ou indicativo. A resenha pede um elemento importante de interpretação de texto. Você só fará uma boa resenha se tiver lido um texto ao menos até a quarta etapa (link para “leitura do texto científico”) de leitura, na classificação sugerida por Antônio Severino.
Por isso, antes de começar a escrever seu resumo crítico você deve se certificar de ter feito uma boa leitura do texto, identificando:
1. qual o tema tratado pelo autor?
2. qual o problema que ele coloca?
3. qual a posição defendida pelo autor com relação a este problema?
4. quais os argumentos centrais e complementares utilizados pelo autor para defender sua posição?

Uma vez tendo identificado todos estes pontos, que devem estar retratados no seu esquema do texto [link para esquema], você já tem material para escrever metade do seu resumo crítico. Este material já é suficiente para fazer um resumo informativo, mas, para um resumo crítico, falta a crítica, ou seja, a sua análise sobre o texto. E o que é esta análise? A análise é, em síntese, a capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e idéias sobre o tema em questão, contextualizando o texto que está sendo analisado. Para fazer a análise, portanto, certifique-se de ter:
- informações sobre o autor, suas outras obras e sua relação com outros autores
- elementos para contribuir para um debate acerca do tema em questão
- condições de escrever um texto coerente e com organicidade
A partir daí você pode escrever um texto que, em linhas gerais, dece apresentar:
- nos parágrafos iniciais, uma introdução à obra resenhada, apresentando
- o assunto/ tema
- o problema elaborado pelo autor
- e a posição do autor diante deste problema
- no desenvolvimento, a apresentação do conteúdo da obra, enfatizando:
- as idéias centrais do texto
- os argumentos e idéias secundárias
- por fim, uma conclusão apresentado sua crítica pessoal, ou seja:
- uma avaliação das idéias do autor frente a outros textos e autores
- uma avaliação da qualidade do texto, quanto à sua coerência, validade, originalidade, profundidade, alcance, etc.

É bom lembrar que estes passos não são uma norma rígida. Esta é a estrutura usual de resenhas, mas como a resenha é um texto escrito para publicação em revistas especializadas, cada revista cria suas próprias regras. Questões como onde escrever o nome do resenhista (se abaixo do título, no final, a quantos centímetros da margem), quantos parágrafos utilizar, o número mínimo e máximo de linhas, a utilização de tópicos e subtítulos, etc., tudo isso é definido pela revista que for publicar a resenha. Por isso, sempre que um professor pedir para você fazer uma “resenha” (um resumo crítico, já que não será publicado) você deve pedir que ele lhe dê este parâmetros. Se o professor não se pronunciar, sinta-se livre para decidir como apresentar a resenha, desde que respeitando a estrutura geral apresentada aqui e as normas de bom senso para redação de trabalhos acadêmicos [link para apresentação do trabalho acadêmico].

TV Digital e Interatividade

Informações

- televisão a qualquer hora, a qualquer lugar
- produção de conteúdos televisivos por qualquer pessoa
- aumenta a qualidade no sinal e percepção da imagem, mas o conteúdo, ao ser produzido por qq pessoa, perderá a qualidade, podendo tornar-se banal.
- facilidades da Internet para a televisão
- interação do telespectador, participação



Livros lidos:

Os exercícios do ver: hegemonia audiovisual e ficção televisiva / Jesus Martín-Barbero, German Rey; tradução de Jacob Gorender. – São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2001.


A significação social das mídias está mudando. Junto com sua capacidade de representar o social e construir a atualidade, persiste sua função socializadora e de formação das culturas políticas. Entrelaçadas com a história das sociedades modernas, as mídias, além de “mostrar” como vão ocorrendo as mudanças, as acompanham. (p.73)


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ECOS REVISTA.Pelotas: Universidade Católica de Pelotas; EDUCAT, V.10, Nº1, jan. - . jun./2006


USABILIDADE E ENTRETENIMENTO NA TV DIGITAL INTERATIVA
Autor: Lauro Teixeira



“A TV Digital Interativa surge em alguns países da América Latina como promessa de inclusão digital e democratização da mídia”. (p.183)

Neste cenário, a usabilidade que já ganha espaço no design de interfaces para Internet, tornando “fácil e intuitivo” o consumo de conteúdo interativo por parte do usuário, tende a ser usada pelos grandes grupos da mídia como ferramenta de fidelização. (p.183)

Interatividade

Os canais de interatividade, principalmente as interfaces com as quais lidamos nascem de uma necessidade humana de comunicação e da construção de intercâmbio do conhecimento” (p.185)

“Em seu sentido mais simples, a palavra (interface) se refere a softwares que dão forma à interação entre usuário e computador. A interface atua como uma espécie de tradutor, mediando entre as duas partes, tornando uma sensível a outra (...) Para que a mágica da revolução digital ocorra, um computador deve também representar-se a si mesmo ao usuário, numa linguagem que este compreenda.” (JOHNSON, 2001, p.17) - autor citando outro autor (p.185)


Usabilidade

Para que uma interface se torne realmente útil “ao maior número possível de pessoas” dentro do segmento a ser atingido, a usabilidade diz que ela deve ser fácil de usar, deve ser intuitiva ao mesmo tempo em que não perca sua eficiência funcional. (p.187)


Entretenimento no Audiovisual Interativo

Conhecemos por usuários, aqueles que se beneficiam da usabilidade. Necessariamente, aquelas pessoas que utilizam algum tipo de serviço proveniente de um sistema de informação. Os que antes eram chamados de espectadores, no contexto de cibercultura passam a ser chamados de usuários, independentemente do nível de participação (interatividade) que exercem com o meio. Mesmo na TV tradicional somos usuários. (p.191)


Usabilidade para o Entretenimento

A TV Interativa está causando uma revolução no mundo todo por causa doseu poder de feedback. (p.193)

A transmissão digital promete igualar a qualidade do sinal a ser transmitido por várias emissoras e com isso aumentar o número de canais, inclusive com a viabilização de canais comunitários e educativos (...) (p.193)

A TV Digital Interativa, que ainda não temos abertamente no Brasil, é entendida no mundo basicamente de três maneiras:

- TV Expandida: onde a interatividade é necessariamente ligada ao conteúdo televisivo. O usuário visualiza informações a respeito do programa, participa de promoções, responde a enquetes, baixa aplicativos como games e rigtones, troca legenda ou áudio (idioma) dos filmes, etc;

- Serviços: onde o aparelho receptor de TV se comporta como um terminal de acesso à web. O usuário manda e-mails, mensagens de celular, acessa a conta bancária, previsão do tempo, horóscopo, etc.;

- Navegação: este último diz respeito à arquitetura de informação do canal ou servidor de canais. Refere-se ao modo como os usuários irão se relacionar com os objetos de interatividade como menus, guias de navegação, programação do canal, etc. (p.197)



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Comunicação & Sociedade / Programa de Pós-graduação em Comunicação Social; Universidade Metodista de São Paulo. – Ano 29, nº 48, 2 semestre de 2007. São Bernardo do Campo: Umesp


Contextualizando a TV digital
Sebastião Squirra



(...) os recursos que estarão embutidos na TV digital permitirão assistir ao que se quer, onde e como se desejar, agrupando estilos de programação ao desejo de composição do telespectador, uma vês que a tecnologia permitirá que o usuário monte sua grade individual de programação e, ainda melhor, com a eliminação dos comerciais. (p.19)

(...) o poder migra para o indivíduo, para o consumidor, para o telespectador. E isto não é pouco: representa, de fato, o rompimento do modelo sólido de comando implantado várias décadas atrás e que garantiu ás emissoras o poder da programação, da definição do que todos devem assistir, em suas formas, conteúdos e horários. (p.19)




A televisão digital no Brasil: do sonho à realidade
André Barbosa Filho


A TV digital integra usos e funções de comunicação procedentes de outros meios; ou ao menos as possibilidades de comunicação presentes em outros meios. (p.34)


A TV digital vai oferecer à população brasileira uma melhoria significativa na qualidade de imagem em definição padrão (igual ou superior à de DVD), alta definição (imagem semelhante à do cinema com som estéreo), acesso a serviços via controle remoto da TV (comunicação direta com órgãos do governo, acesso às consultas no Sistema Único de Saúde, verificação de dados da Previdência, programas de educação a distância, etc) e alta qualidade técnica nas transmissões (sem “chuvisco”, “fantasmas” ou interferências). (p.35)




Convergência tecnológica e a interatividade na televisão
Valdecir Becker



A tecnologia digital permite o tráfego de informação entre mídias diferentes, ou entre diferentes redes de comunicação, como radiodifusão e telecomunicações. (p.66)

“Uma implicação importante é que muitos formatos híbridos de mídia, combinando áudio, vídeo, texto e imagem, devem emergir, ofuscando totalmente a antiga distinção entre rádio, televisão, imprensa e telefone” (Straubhaar e Larose, 2004, p. 14) – autor citando outro autor (p.66)

Imagens, áudio e texto não apenas trafegam juntos, mas se complementam. O conteúdo é multimídia. (p.67)

Como principais vantagens da transmissão digital, podemos citar: a melhoria significativa na qualidade da imagem e do som, menor potência necessária para realizar a transmissão e melhor uso do espectro de freqüência utilizado palas emissoras. (p.68)

Straubhaar e Larose (2004) separam a interatividade em dois campos: um baseado na abordagem humana e outro na composição da mensagem. Segundo eles, para um sistema de informação ser interativo “deve ser capaz de convencer usuários de que estão interagindo com umser humano, não com uma máquina”. (p.71) - autor citando outro autor


A tecnologia permite que o telespectador tenha um papel ativo diante da televisão, deixando apenas de receber informações já prontas para se tornar em um potencial emissor de informação. (p.72)

Para Marcelo Souto Maior, o principal desafio da TV interativa é “mudar os hábitos de usuários passivos, como são os telespectadores, para que se tornem participoativos” (Souto Maior, 2002, p.1) (p.72)


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Apropriação de conteúdos e cidadania comunicativa
Gino Giacomini Filho
Mônica Pegurer Caprino


A apropriação de conteúdos na comunicação é o processo pelo qual o receptor capta e dá algum novo sentido à mensagem recebida, podendo inclusive alterá-la ou reprocessá-la para que ele mesmo ou outros a possam utilizar. Tal processo imbrica-se com o conceito de “interatividade”, que incrementou sobremaneira o modelo comunicacional que previa as reações do receptor (resposta, retorno, feedback) diante do emissor. (p.100)

domingo, 4 de maio de 2008

OPINIÃO PÚBLICA

A opinião pública:
- precisa ser coletiva
- exige que as ipiniões individuais sejam expressas
- não são consenso - exige contradições
- não é a soma das opiniões
- precisa que as pessoas tenham informação para comentá-la
- transforma-se constantemente, pois a cada nova informação, há novas opiniões
- fomenta discussão diante do assunto
- não é necessariamente a opinião da maioria
Se todos pensam a mesma coisa, se torna uma crença, deixa de ser opinião pública. Pressupõe debate público em que sujeitos se põem diante de outros apresentanto posições, ouvindo as posições deles e a elas retrucando.
É o repertório comum de posições e juízoz públicos, a respeito das coisas, pessoas, fatos e questões. Não é simplesmente o sujeito coletivo de opiniões, mas o sujeito coletivo capaz de manifestar decisões.

11 HIPÓTESES

Livro: Controle da Opinião Pública
Nilson Lage
1ª Hipótese:
O objetivo do controle da opinião pública é preservar estado de coisas em benefício de um sistema de poder.
O controle exercido através dos veículos de informação pública é mais ágil e reage às mudanças de conjuntura (ocasião), indicando como verdadeiras as perspectivas momentaneamente conveniente aos núcleos de poder.
2ª Hipótese:
O controle da opinião pública jamais é absoluto numa sociedade.
Nas sociedades modernas são pautadas por uma pluralidade de interesses e, por mais amplo que seja o mecanismo de controle de opinião, não atingirá com a intensidade necessária todos os indivíduos.
3ª Hipótese:
Os sistemas de poder modernos baseados na produção de conhecimento beneficiam-se da veiculação controlada de informação divergente. É indispensável certa contradição na informação para que o sistema funcione.
A existência de informação divergente é necessária à produção de conhecimento. Pois o próprio aprendizado consiste em analisar as versões e a consideração de hipóteses para se chegar a uma conclusão.
4ª Hipótese:
O controle da opinião pública fundamenta-se na:
a) restrição de versões inconsistentes com o estado de coisas pretendido
b) imposição de versões consistentes com o estado de coisas pretendido
a) refere-se à censura (impedimento de enunciar, seja de que origem)
b) refere-se à divulgação (organização dos meios de informação, construção de narrativas)
5ª Hipótese:
Fatos que contrariam versões dominantes de interesse do sistema de poder podem ser desqualificados como fenômenos inexplicáveis ou ainda remetidos a especialistas.
A informação correta sobre o significado de um acontecimento fica restrita aos estudiosos que acompanham o evento, não necessariamente é divulgado.
6ª Hipótese:
O controle da opinião pública nas sociedades modernas fundamenta-se no domínio estatístico dos meios de informação pública, aferido pelas pesquisas de opinião.
Sendo que (o controle da opinião na sociedade moderna nunca é total) e que (o sistema de poder beneficia-se de certo grau, minoritário, de opinião divergente), então toda dominação é estatística.
O desenvolvimento de métodos avançados e confiáveis de pesquisa de opinião viabilizam o acompanhamento do processo de modo a permitir correções no pergurso.
7ª Hipótese:
Restrições à opinião divergente e imposição de versões são tão mais rigorosas e intensas quanto maior a abrangência do veículo e seu poder de gerar reações de empatia. Os veículos menos controlados são os de informação técnica destinados a especialistas e aqueles de informação geral que se destinam às elites sociais.

O controle de opinião pública é menor sobre artigos em linguagem forma nos diários do que nos textos mais acessíveis das páginas de atualidades; nos jornais destinados a frações da elite do que nos diários populares.
8ª Hipótese:
O controle de opinião pública é tão menos percebido quanto mais diversificados os mecanismos controladores e tão melhor expressam interesses particulares, ditos legítimos.
A diluição do controle de opinião pública entre organizações financeiras, empresas, grupos de pressão e autoridades divide as responsabilidades e se torna menos perceptível pelo público.
9ª Hipótese:
O controle da opinião pública pode ser conseguido pela
a) restrição a versões divergentes ou imposição de versões convenientes aos produtores de informação pública
b) cooptação ou adesão voluntária dos mesmos produtores
c) combinação dos macanismos anteriores
Suponhamos um publicitário que nada tenha contra o nu, por achar que a exibição do corpo humano em nada agride a moral: ainda assim, deverá se conformar com limitações à nudez na produção de seus anúncios.
10ª Hipótese:
Atualmente, é dita ilegítima qualquer atividade de controle de opinião pública que se realize independentemente da ordenação econômica e fora do enquadramento em "leis de mercado"; e legítima qualquer atividade de controle de opinião pública que se apóie na ordem econômica e se enquadre em "leis de mercado".
Ex: uma revenda de carros se destina avender alguns segmentos de carros, não qualquer marca. No entanto, dificilmente veicularia informação sobre fabricação de carros menos velozes, porque isso "afetaria negativamente o mercdo".
11ª Hipótese:
O controle de opinião exerce-se sobre versões, não sobre fatos. Essas versões permitem construir cenários convenientes do resente e do futuro.
Fatos relevantes não devem ser omitidos porque existem independentemente do conhecimento que se tenha deles. Por isso é extremamente importante, para os mecanismos de controle, não diferenciarem os fatos (ocorridos) das versões (atribuição de sentido, causa, relação entre fatos). É a partir disso que o sistema controlador pode afirmar que não mente e que admite mesmo o que o contraría.